Desejo do Dia: Caveiras Candy Colors!

Acho que eu nem preciso repetir o quanto eu curto caveiras, né? Já apareci com roupa, acessório, bolsa e tudo quanto é coisa aqui no blog com elas, mas hoje tava aqui “fuçando” meu reader e vendo as lojas que eu curto, e reparei que não tenho nada de caveira “decorativa” aqui no meu cantinho de trabalho.

Foi aí que lembrei da Urban Queen, loja que eu tenho aqui na pastinha de “coisas que quero comprar” e que nunca tinha nem mencionado aqui no blog. Hoje fui lá dar uma olhada e pronto: me apaixonei pelas caveiras candy colors! Tem rosa e azul e as duas tem contas bem fofas coladas.

Quero já na minha mesa!

Foto: Urbanqueen.org

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Para inspirar: Posters!

Estava eu fazendo uma pesquisa de preços pra comprar um livro (falarei dele quando acabar de ler), e acabei achando na FNAC esses Posters de filmes que eu, pessoalmente, curto muito. Morri de vontade de colocar tudo aqui nas paredes:

Próxima missão na vida: arrumar o Home Office direitinho pra colocar tudo nas paredes. <3

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Campanha bacana de economia da água do SWU

A gente sempre vê por aí várias campanhas de economia de água, luz e tudo mais (não desperdicem, crianças!) e uma das minhas preferidas foi essa do SWU, te dizendo o quanto você pode economizar de água se cantar uma música a menos debaixo do chuveiro. Já vi as versões com a Madonna e com o Elvis.

*Tentei digitalizar, mas a imagem ficou estranha*

E se você precisar de uma ajudinha pra diminuir seu tempo no chuveiro, o SWU tem um aplicativo pra iPhone chamado “Sai Desse Banho”, onde você estipula o tempo, entre 4, 8 ou 12 minutos. Se você passar do tempo estipulado, uma música irritante começa no aplicativo até que você saia do banho e o desligue. Bacana, né? Bora economizar os recursos do planeta, bora?

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Tv a cabo, programação dublada e consumidor desapontado

Tava eu aqui sentada olhando a Rolling Stone de Fevereiro, quando caio numa matéria sobre essa história de passarem a dublar a programação da tv a cabo, e confesso que me deu uma certa raivinha (não da matéria, mas da situação). Deixa eu me explicar melhor:

Eu sei que cada caso é um caso, mas o que eu sempre curti na tv a cabo era justamente o fato de ter o áudio original das coisas. A dublagem faz adaptações e às vezes tira a graça de algumas cenas, em situações que só fazem realmente sentido no idioma original do programa. Segundo a matéria, isso se dá ao fato de que em dados de uma pesquisa recente, 76% dos potenciais novos assinantes das empresas de tv a cabo preferem o conteúdo dublado, por já estarem adaptados com a dublagem dos canais abertos. Ok, entendo que eles queiram angariar novos assinantes, negócio é isso aí, mas, e o interesse em manter seus atuais assinantes, que em grande maioria (via as pesquisas “informais” que já fiz no twitter umas três vezes e as coisas que vejo no Facebook) preferem ver as coisas em idioma original e muitas vezes são assinantes justamente por isso?

A própria matéria da Rolling Stone menciona que nas dublagens, a voz do Seu Madruga é a mesma voz do Schwarzenegger (grafia copiada da própria matéria pra não precisar recorrer ao Google), que por sua vez, é a mesma do Morgan Freeman. Ok, são programas diferentes, contextos diferentes, o consumidor deve ter o direito de escolher se quer que a “voz de deus” do Morgan Freeman seja igual à de um personagem do Chaves ou não.

Eu não sou contra a dublagem, mas sou a favor da opção. A TNT fez isso muito bem esse fim de semana, quando disponibilizou o SAP durante o Grammy. Quer dublagem? beleza. Quer idioma original? beleza também. O que não rola é os canais começarem com “ok, nossos potenciais novos clientes preferem tudo dublado, quem se importa com o que os atuais espectadores desses canais querem?”. Porque afinal, é TV paga. Se do nada, tudo ficar dublado, muita gente vai ficar insatisfeita e possivelmente cancelar o serviço.

Dá mais trabalho? deve dar, mas resulta em clientes mais felizes e com as piadas no idioma que for mais interessante pra eles.

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A inconstância é o que ferra tudo.

É tão difícil lidar com a inconstância alheia. Como se já não bastasse a nossa. Como se não bastassem os nossos problemas com o nosso “eu mesmo”, a gente sempre acaba tendo problemas com os outros. O pai, a mãe, a fulaninha, o carinha lá sabe deus de onde e o cachorro que te mordeu. E daí parece que tudo ocorre no mesmo dia, na mesma hora, e você quer sumir, evaporar, cair no mesmo buraco que Alice (a do país das maravilhas) caiu e ficar lá.

Porque, que saco, você nem queria brigar com ninguém. A ideia era só chegar no fim do dia um pouco mesmo “de bode” do que começou. Mas nãaaaao, vamos criar problemas novos, porque né? tem poucos no mundo. E é tudo problema idiota. Sério, tanto problema “de verdade” lá fora e tanto problema idiota aqui dentro.

As pessoas se pegam em tanta coisa boba, que às vezes fica difícil não achar tudo ridículo, mandar tudo pastar. Num minuto tá tudo lindo, no outro você se sente numa cena sem muito nexo de Pulp Fiction. As pessoas deviam se levar menos a sério. Pena que o BBB só começa amanhã.

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Lista de metas pra 2012 (que eu sei que posso cumprir)

Pois é, minha gente, já estamos em 2012. Não sei se é o fato de eu estar ficando mais velha ou mais ocupada, mas tenho a sensação de que o ano passa cada vez mais rápido. Na verdade, esse início de post está sendo escrito dia 20/12, porque foi quando eu resolvi começar essa listinha e me dar 11 dias pra colocar nela coisas “cumpriveis”.

As pessoas tem uma mania de fazer listinhas com coisas praticamente impossíveis de serem feitas, como se o ano novo te tornasse outra pessoa completamente diferente. News flash: pra sair de 2011 e entrar em 2012 é questão de 1 minuto, a fada do dente não aparece pra transformar ninguém. Por isso, vou poupar vocês de coisas como “vou parar de comer no Mc Donald´s” ou “vou correr todo dia de manhã”, porque a gente sabe que é MENTIRA/ILUSÃO/HISTÓRIA DA CAROCHINHA e eu não vou fazer. Ao invés disso, resolvi fazer uma listinha de pequenas coisas que eu posso fazer pra melhorar a minha vida e/ou o meu trabalho (ou seja, esse blog) sem que me custe um braço e que eu consiga cumprir pelo menos até Março.

1- Organizar o Google Reader: Essa eu comecei já. Tinha milhões de coisas assinadas e não lia nem 1% delas. Deletei TUDO e começarei as assinaturas do zero. Assim quem sabe eu comece a de fato ler as coisas que eu assino em vez de apertar “mark all as read” na hora do desespero.

2- Organizar e manter a caixa de emails organizada: Vou parar de manter os email na caixa eternamente pra ler/responder depois. LER/RESPONDER/DAR UM DESTINO é meu novo lema. O espaço do gmail vai me agradecer.

3- Anotar as ideias de post e texto na hora que elas aparecem: nada de “quando acabar essa reprise de Titanic eu anoto”, porque eu vou esquecer, e aí, adeus post/texto bacana.

4- Estipular horários pra trabalhar: pior coisa pra quem trabalha em casa é querer dormir até o fim do Mais Você e depois ficar trabalhando até dar tchau pro Jô. Horários de gente diurna, prometo.

5- Não ficar me torturando com problemas dos outros: ema ema ema…

6- Ler um livro de cada vez, ao invés de começar três ao mesmo tempo e ficar perdida.

7- Ver mais filmes (dica: se você trabalha escrevendo, tira muita coisa bacana).

8- “O que não tem solução, solucionado está”.

E aí, quais suas resoluções pro ano que começa?

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