Outubro Rosa, sim senhoras!

Galera amiga, vocês sabem em que mês estamos? sim, Outubro!

“Tá Luisa, e daí, minha filha?” E daí que esse é o terceiro Outubro rosa, da campanha contra o câncer de mama. Vi a proposta da blogagem coletiva no A Vida Como A Vida Quer, da @samegui e achei que era uma boa aderir, por ser uma causa tão bacana e que pode de uma forma ou de outra, lembrar as pessoas do quão importante é se cuidar e se prevenir.

Como eu não sou nenhuma expert no assunto, e pra não acabar falando um monte de besteiras pra vocês, dei uma pesquisadinha no site da Femama pra trazer umas informações corretas e importantes pra esse post.

Esclarecendo a doença:

O câncer de mama é uma doença que se caracteriza pela multiplicação anormal de células da mama, configurando-se então, em um tumor maligno. No entanto, é necessário destacar que nem todo tumor de mama é maligno, ou seja, nem todo o nódulo encontrado no seio é câncer.
Normalmente, o câncer de mama pode ser percebido como um caroço, acompanhado ou não de dor. A pele da mama pode ficar avermelhada ou com aspecto de casca de laranja, e ainda, podem surgir alterações nos mamilos. A região das axilas também deve ser examinada, pois o câncer também pode se manifestar através de nódulos axilares (linfonodos aumentados). Mas, pelo fato dessas alterações não serem necessariamente tumores, torna-se indispensável procurar um médico e realizar a mamografia.

Como detectar?

Através de exames clínicos de mama, que são exames nos quais médicos e enfermeiros observam e apalpam os seios à procura de nódulos ou outras alterações, e, especialmente, através da mamografia. Esse exame é uma espécie de radiografia, na qual é feita uma compressão nas mamas, e permite visualizar até mesmo pequenas alterações. A mamografia é considerada a melhor forma de detectar o câncer de mama, justamente por permitir o diagnóstico precoce da doença. Em uma fase inicial, quando os tumores são pequenos (menores do que 1 cm) e imperceptíveis ao toque, as chances de cura chegam a 95% dos casos.
O auto-exame é importante para que a mulher conheça seu corpo, em especial sua mama, e possa reconhecer alterações nos seios. Entretanto, ele não substitui a importância do exame clínico feito por um profissional da saúde, e tampouco, a mamografia.

E a prevenção?

Conhecer os fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de mama e realizar acompanhamento médico anualmente são as principais orientações para a prevenção do câncer de mama. Os fatores de risco podem ser divididos em dois tipos: os modificáveis e os não-modificáveis.
Os fatores não modificáveis referem-se àqueles elementos naturais da vida da mulher, nos quais não se pode intervir. Dentre eles, podem ser citados o aumento da idade, a precocidade da primeira menstruação, bem como menopausa tardia, ausência de gestação ou primeira gestação após os 30 anos, e ainda, o histórico familiar.
Sobre este último, considerado muito importante, vale ressaltar que é responsável por apenas 10% dos casos de câncer de mama. Quem deve prestar mais atenção neste fator são as mulheres com parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) que tiveram a doença antes dos 50 anos. Recomenda-se, para mulheres com esse perfil, iniciar o acompanhamento médico de rotina mais cedo, bem como fazê-lo com maior freqüência.
Os fatores modificáveis, por seu turno, são aqueles cujo controle está em grande parte nas mãos das próprias mulheres. São eles: tabagismo (fumo), ingestão de álcool (mesmo que moderado), excesso de peso, alimentação rica em gordura e carne vermelha. Por isso, a recomendação para quem quer prevenir o câncer de mama é manter uma vida saudável, tanto em relação à alimentação quanto à prática de exercícios. Além disso, o controle de peso após menopausa e a amamentação também contribuem para a prevenção do câncer de mama. As mulheres que forem se submeter à reposição hormonal também devem ter bastante cautela e conversar seriamente com seu médico, para avaliar os riscos desse tratamento.

E o tratamento?

O tipo de tratamento indicado para mulheres com câncer de mama depende de alguns fatores, tais como o estágio do tumor, o estado de saúde da mulher, a presença de receptores de hormônios e HER2, como já foi citado, entre outros. Veja abaixo alguns exemplos:
Radioterapia: Tratamento que consiste em emissão de radiação sobre a mama destruindo as células cancerígenas.
Quimioterapia: São utilizados medicamentos de aplicação intravenosa, que matam as células cancerígenas. Este tratamento possui efeitos colaterais como enjôo e queda de cabelo. Os sintomas podem variar muito de pessoa para pessoa e, nos últimos anos, com os avanços da medicina, a quimioterapia vem se tornando bem menos agressiva, diminuindo a incidência dos efeitos colaterais.
Cirurgia: retirada de parte da mama (setorectomia ou cirurgia conservadora) ou retirada da totalidade da mama (mastectomia radical). Normalmente quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores as chances de ser realizada a mastectomia conservadora.
Hormonioterapia: são utilizados medicamentos com o intuito de inibir a atividade de hormônios que tenham influência no crescimento do tumor. É indicada somente nos casos em que o tumor for positivo para receptores hormonais.
Terapia Molecular: Tratamento específico para tumores HER2 positivos.

Dei esse Ctrl C Ctrl V básico pra dar pra vocês informações bem completas e não correr o risco de falar nenhuma asneira. Leiam direitinho, fiquem ligadas e eu prometo que até o fim do mês, teremos mais posts sobre o assunto. ;)

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